Um dia três aventureiros foram convocados ao leito de um rei moribundo (já estava nas ultimas e tudo indicava que ia bater as botas nos próximos 5 min.). Enquanto os responsáveis pelo rei conversavam com um dos aventureiros (o bucha que vos escreve), os outros dois ficavam observando cada detalhe possível que pudessem observar (para quem não conhece, fizeram um teste de spot com uma dificuldade doida que o mestre do jogo especificou i.e.: Jogam um dado de 20 lados. Se o resultado for maior que o que o mestre pensou ele vê algo de útil, se não, fica com cara de paisagem mesmo). Para o azar do grupo, um dos 2 observadores, viu um medalhão de ouro LINDO e ficou com a mão coçando e o outro acabou escutando o pseudo defunto dizer: “Ajuuuuuudem-me!”. Pronto!!! O circo estava armado! Três cabeças de bagre (sem contar que o mestre era e ainda é o rei das lorotas), sem saber o que fazer, fazendo milhões de suposições sem sentido, chegam a conclusão que o medalhão é o que está fazendo com que o rei morra e acabam fazendo a brilhante decisão na frente de uns 5 guardas fortemente armados e 2 seguranças pessoais do rei, arrancando o medalhão... Pimba! O rei dá seu ultimo suspiro... Os três palermas ficam olhando para a cara o mestre tentando entender o que eles fizeram de errado e o mesmo olhando para eles sem acreditar no que eles fizeram e um silêncio absurdo pairava no ar (quebrado apenas pelos ônibus que passavam pela NSra. de Copacabana e pelas risadas da Tat que observada seu primeiro jogo de RPG). Meu personagem, como era um cara que se fazia de bêbado e viu que a meleca foi grande, sentou no chão e começou a resmungar que não conhecia os outros dois. O guerreiro (acho que era o Marquinho) teve a brilhante idéia de se jogar pela janela do quarto andar (não lá de casa, mas da torre onde o rei estava), tentando fugir, se espatifou e ficou desacordado (BRILHANTE!!!). E o outro elemento (não vale à pena citar o nome), que foi quem arrancou o medalhão de fato e era um mago, fez que ia se jogar pela janela atrás da primeira besta e ficou invisível, desorientando os guarda e foi o único que conseguiu continuar jogando aquele dia.
BEM!!! Isso tudo pra que, vocês me perguntam. Quero que vocês atentem para o momento do silêncio, onde todos ficaram se olhando, tentando ver qual seria o passo mais lógico a se fazer... Foi mais ou menos o que aconteceu no sábado, quando fomos fazer o orçamento da “quebração” do apartamento.
Fizemos (eu, Tat e Levi) um tour de uns 5 min. no aptº mostrando-o, para o mestre-de-obras e o que havia para ser feito.
Fzemos a pergunta: “E aí Alciene... Quanto vai ser?”. NESSA hora eu lembrei do trecho do jogo citado acima na hora do “Ajuuuuudem-me!”. O mestre responde, depois de muito olhar para o teto, para o chão e para a calculadora: R$ 6.000,00 (Nessa hora quase dou meu ultimo suspiro). Na hora olhei para os três e reparei a cara de interrogação de todos tentando entender se: estava barato, estava caro, estava MUITO CARO ou se não tinham ouvido bem (vitrooooola). Eu na duvida, eu já fui me agachando no chão e olhei para o Levi e para a Tat, para ver quem ia se jogar pela janela e quem ia ficar invisível... :p
Tá tá tá... Foi péssima a comparação, mas serviu para ilustrar três coisas:
1º) A Tat é 10!!! Sempre deixou eu jogar meu RPG e QUASE nunca reclamou!;
2º) Eu sou um péssimo bloggererererer(... não sei denominar quem escreve em um blog), não sei o que escrever e sempre acho que tenho que fazer comédia aqui;
3º) Nunca mais entro em um castelo onde haja um rei morrendo, quando o Eduardo estiver mestrando.
No fim o preço não foi esse, pois ficamos os três conjurando a magia “Protection from high prices” até um preço mais bacana sair...
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